Brasileiro não se preocupa com automedicação
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Brasileiro não se preocupa com automedicação

Dores crônicas, dificuldade de acesso ao médico, facilidade na obtenção dos medicamentos, hábito. Os motivos são variados, mas todos levam a um comportamento comum: a automedicação. O problema é grave no Brasil, segundo o que constatou o Conselho Federal de Farmácia (CFF) em uma ação promovida em São Paulo, no dia 18 de dezembro de 2013. Todo o trabalho foi filmado e transformado em um vídeo que está sendo divulgado por meio das redes sociais desde o dia 20 de janeiro, Dia do Farmacêutico (http://migre.me/hxwfS).

Inspirado em uma campanha da Confederação Farmacêutica Argentina (Cofa), o CFF produziu um medicamento fictício e o distribuiu a mais de 4 mil pessoas, na esquina das Avenidas Paulista e Consolação, um dos pontos mais movimentados da capital paulista. Tudo foi feito como se fosse um medicamento real. Observadores verificaram e registraram a reação das pessoas. A maioria aceitou passivamente o “produto”, sem nada questionar.

Quase ninguém (0,35%) indagou quem era o fabricante. Menos de 1% perguntou se o suposto medicamento tinha alguma contraindicação e 14,96% quiseram saber qual era sua indicação, o que revela certo interesse pela sua utilização posterior.